6 Oct 2018

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December 28, 2016

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MEU CASAMENTO

Nos casamos no Rio de Janeiro, no por do sol do dia 07 de setembro de 2018. Foi uma cerimônia íntima, para 80 convidados, ao ar livre, perto do mar e da natureza. Do jeitinho que a gente queria... Nos conhecemos através de amigas em comum que resolveram nos apresentar... Como cada um tem uma lembrança diferente dessa época, resolvemos contar as nossas versões...

 

 

 

 

A VERSÃO DA NOIVA
“Para mim, a nossa história começou um pouco antes de conhecer o Edu, lá em Israel, quando embarquei sozinha para a Terra Santa. Foi no muro das lamentações que eu coloquei a uma “listinha de desejos”. Nela continha um pedido: um amor verdadeiro. Eu queria alguém especial para ser meu “companheiro de aventuras”!
De volta ao Rio, ouvi de uma amiga que eu tinha que conhecer um amigo que era “a minha cara”! Não dei muita bola para esse papo de amiga que não quer te ver sozinha, mas resolvi topar o encontro. Quando cheguei no restaurante mexicano, ele estava rodeado de mulheres na mesa. Pensei: “Homem com um monte de melhores amigas… Aff…” Mas resolvi dar uma chence para o amor e logo nas primeiras palavras trocadas, me encantei. O primeiro beijo rolou durante o carnaval de 2012, no bloquinho de rua… Não, na verade era pra ser na fila do banheiro químico, mas como seria muito anti-romântico, ele me convidou pra usar o banheiro da casa dele.E depois de me oferecer uma banana, um alfajor e uma cerveja, ele me beijou… Quem conhece o Du sabe o esforço que ele deve ter feito pra pular aquele carnaval de rua só pra estar do meu lado.” – Geovanna Tominaga

 

A VERSÃO DO NOIVO
“Depois de alguns anos solteiro, curtindo minha recém adesão ao programa “Minha casa, minha vida”, surge, em um dia aleatório, a conversa da Carla – madrinha e cupido – , sobre um show que teria ido do Zezé di Camargo e Luciano (haja paciência!), e conhecido a “japonesa do Videoshow”. Logo, ela me disse que eu deveria conhecê-la e que eu merecia namorar uma “celebridade”. Retruquei de pronto que eu não curtia essa vida loka de glamour e paparazzi, mas que a tal japinha era gata e interessante sim.
Após meses de silêncio, eis que surge novamente o papo, sendo que dessa vez havia outra amiga envolvida na empreitada e, as duas juntas, fariam o encontro acontecer. Largado às traças como estava, topei de pronto, mas exigi levar um amigo, Nino, para compartilhar a aventura. Eis que, como de costume, Nino furou em cima da hora e lá estava eu em um “blind date” muito doido, na companhia de cinco mulheres (daquelas que gostam de falar). Após uma hora e pouco, durante a qual me permitiram emitir pouco mais de 12 palavras, Geovanna levanta e diz que precisa ir trabalhar. Pronto, ela não curtiu o cara aqui e apertou o botão de eject… Vida que segue.
No entanto, passada outra hora, a japinha volta e começa o segundo tempo do jogo. Dessa vez, conseguimos conversar diretamente e o final da noite foi curto para conseguirmos contar e descobrir as particularidades de cada um. O interesse foi mútuo e forte, ao ponto de eu me meter em um bloquinho de carnaval e trazer toda a patota pra dentro da minha casa. Sim, ofereci alfajor, banana e cerveja, não por ser exótico ou sem noção, mas por serem os itens que guarneciam a minha casa naquela época. Os dias passaram e fomos nos conquistando mutuamente, com carinho, atenção e parceria.
Em poucos meses eu já estava arrastando ela para o Deserto do Atacama e ela adorou a aventura. Seguiram-se muitas outras, provando, a cada dia que passa, que as amigas estavam certas: nós combinamos mesmo.” – Eduardo Duarte

 

 

O PEDIDO DE CASAMENTO E O PLANEJAMENTO
Foi durante uma viagem ao Peru, em maio deste ano, que ele me pediu em noivado. Estávamos fazendo uma filmagem pro nosso blog de viagens e eu falando sobre a montanha de Machu Picchu. Enquanto eu falava, ele gravava com o celular… De repente, eu me viro e ele está segurando a caixinha com as alianças. Eu fiquei sem palavras… 

Chegando no Rio de Janeiro, começamos a planejar a cerimônia e recepção com ajuda da nossa cerimonialista Ana Gavinho, e escolhemos o Restaurante Casarão ,do Sheraton Grand Rio, para realizar o casamento. Nós gostamos muito de estar perto da natureza e requeríamos um local aberto mas não muito longe da cidade. Fizemos a cerimônia num gazebo bem ao lado da festa, e do mar… 

 

COMO FOI O GRANDE DIA

O dia tinha amanhecido lindo e ensolarado. Os convidados que iam chegando para a cerimônia podiam degustar a exclusiva criação do blend “A Beautiful Memory”– a criação ficou por conta da teablender e especialista em chás, Juliana Reis, da Gan Tea. – Feito com especiarias aromáticas e limão siciliano, essa misteriosa bebida de coloração azul, em contato com a acidez do limão, muda de cor para um belo tom violeta. 

Sou de família católica, por isso optei por usar um terço de cerâmica na cerimônia para homenagear minha mãe que se casou em 1976 com um vestido azul, sem bouquet, segurando apenas um rosário.

 

 Encomendei a peça com a cerâmica paulistana Kazue Matsuoka. Um something blue cheio de significado. O vestido da Morena Andrade Atelier era discreto, elegante e com personalidade: em off white, tinha um estilo etéreo, com perfume grego e com um toque da minha personalidade "bailarina", com tule e laço nas costas. A grinalda que usei foi by Marcelo Hicho de crochet de flor e a beleza da noiva, feita por Junior Lima e Edduh Moraes, o mesmo que me produziu para as apresentações do Dancing Brasil. Detalhe para o brinco de flor de lótus da Lyx Joias que criei com a marca. Representa minha paixão pela yoga. A flor de lótus também representa a pureza. 

Entrei de mãos dadas com a minha mãe ao som de “Love me Tender”, do rei Elvis Presley – música que meu pai, já falecido, amava.

 Quando vi Edu me esperando no altar, me emocionei de verdade. Ver os olhinhos dele emocionados sorrindo para mim, foi incrível! A cerimônia teve texto exclusivo da jornalista Raphaela de Campos Mello, da “Nosso Amor, Nossa História”. O texto sensível e cheio de significado foi lido pela minha amiga Olívia Oliveira durante a cerimônia celebrada pelo diácono Guilherme.

 

Seguindo para a recepção, todos os convidados receberam cartas manuscritas que preparamos com envelope caligrafado pela Bico de Pena.  A decoração, no estilo boho chic, tinha um clima de fazenda, mais leve – e que remetia a nossa paixão por viagens. Rosas, astromélias, boca de leão, orquídeas e folhagens variadas ficaram lindas com a paleta de cores off white, toast, rosa antigo, marsala e verde.  Aline Antônio conseguiu o resultado ficou do jeitinho que a gente queria, simples e elegante. Nós amamos o lindo bolo feito pelo Antonio Maciel Cakes, com flores de açúcar pintadas e poas.

  

E a primeira dança não poderia ser menos especial: fomos anunciados pela Xuxa no melhor estilo Dancing Brasil!!! Nós adoramos a surpresa :) Muito obrigada pelo carinho, Xú!!!!!

 

Abrirmos a pista dançando twist – revivendo a cena de do concurso de dança do filme Pulp Fiction. DJ Dentinho caprichou na seleção de sucessos das décadas de 50, 60 e 70. A Banda Digital arrasou com um set list de músicas dos anos 80. O Edu, que é baixista, criou uma jam session com amigos. Até eu cantei a música“Living in a Prayer”, do Bon Jovi.

 Nos comes e bebes, além do buffet do Hotel Sheraton, uma estação de cozinha japonesa do Hinata Buffet fez muito sucesso entre os convidados. Na seleção de bebidas, open bar da Waaw Bar com drinks personalizados agradou a todos! O drink da noiva foi um sucesso!!! Teve o espumantes da Wine Eventos e uma exclusiva seleção de chopps artesanais – com canecas personalizadas – da Save The Beer

 

 

 

As fotos são da dupla querida de fotógrafos da Love Shake. Olha o preview da Casaba Filmes